Em nossa vida cristã, estamos esperando pelo Filho de Deus. Como cristãos, devemos viver uma vida que declara aos outros que nossa esperança não esta nesta era, pelo contrário, nossa esperança esta na vinda do Senhor e o nosso futuro esta Nele e em Seu reino.
Na vida prática diária, a parte mais forte do nosso ser é a mente. Tudo o que fazemos em nosso viver é direcionado pela mente. Não é à vontade, e sim a mente que direciona nossa vida. Visto que a mente direciona nosso viver, a pregação da Palavra deve mudar o pensamento de uma pessoa. [...]. Por essa razão Pedro ordena aos cristãos em 4:1 que se armem com a mente de Cristo. Armar-se com a mente de Cristo é armar-se com Seu pensamento e conceito. Isso implica que mudamos a maneira de pensar. Muitos cristãos pensam que desde que amemos a Deus e façamos Sua vontade estamos sob sua bênção, e não sofreremos de forma nenhuma.
É comum os cristãos terem o conceito de que os que amam ao Senhor não devem esperar sofrimento. Mas considere a vida de Cristo. Ele não amava a Deus? Não fazia a vontade de Deus? Cristo amou Deus ao extremo e fez a vontade de Deus de maneira completa e absoluta. Todavia, que aconteceu com Ele em seu viver? Parece que em toda vida na terra Ele não teve bênção alguma, só sofrimento. [...] Que tipo de mente é a mente de Cristo? Se a tivermos, perceberemos que vivemos numa era rebelde e numa geração perversa e corrompida. Uma vez que a era é rebelde e a geração perversa, quanto mais amarmos a Deus e fizermos Sua vontade, mais sofreremos. Sofreremos porque não podemos acompanhar a tendência deste século. Nós nos preocupamos em fazer a vontade de Deus, mas Sua vontade é totalmente contrária à tendência ou à maré desta era. Amamos o Senhor Jesus, mas isso é completamente contrário à tendência deste mundo corrompido. Portanto, se amarmos o Senhor e fizermos a vontade de Deus, certamente sofreremos. Essa será nossa perspectiva se tivermos a mente de Cristo.
Precisamos armar-nos, equipar-nos, com a mente de Cristo. Isso indica que a mente de Cristo é uma arma, parte da armadura necessária para lutar pelo reino de Deus. [...] Se nos armarmos com a mente de Cristo para o sofrimento, estaremos dispostos a suportar sofrimentos. Diremos: 'louvado seja o Senhor, pois meu sofrimento é parte do meu destino. Deus o designou para mim. O sofrimento é a porção dos filhos de Deus nessa era.' Em I Tessalonicenses 3 Paulo diz aos cristãos que Deus nos designou para sofrimentos e perseguições. Deus não nos designou para bênçãos materiais. Designou-nos para sofrimentos. Portanto, sabendo que Cristo sofreu na carne, também precisamos armar-nos com a mesma mente. Não devemos ter a mente de orar por bênçãos materiais. Esse é o tipo errado de mente.
Também não devemos temer que os sofrimentos sejam grandes demais. O Senhor sabe como nos designar sofrimentos. [...] O que Ele nos destinar será na medida certa; será exatamente o que precisamos [...] Para nos armar com a mente de Cristo, precisamos de Cristo como nossa vida. Se tentarmos armar-nos com a mesma mente sem ter Cristo como nossa vida, iremos apenas imitá-Lo de modo exterior. [...] Perseguições e provações são experiências comuns aos cristãos. Essas coisas não são estranhas (4:12), alheias a nós; pelo contrário, são comuns, pois fomos designados para isto. É nosso destino sofrer nessa era. É claro que esse não é o nosso destino eterno. Deus não nos destinou a sofrer pela eternidade, mas certamente nos destinou a sofrer nesta era.
Nesta terra não temos nenhum destino ou futuro. Nosso futuro e nosso destino estão totalmente focalizados no Senhor que esta vindo. Ele é a nossa esperança, nosso futuro e o nosso destino. Estamos indo para o Senhor e nosso destino é encontrá-Lo. Muitas pessoas, ao contrário, tem um tipo de vida que da aos outros a impressão de que seu futuro esta aqui na terra e de que sua esperança e destino estão todos no presente, embora o futuro deles esteja totalmente relacionado com esta era, o nosso não esta, pois estamos esperando pelo Filho de Deus, proveniente dos céus, nosso futuro esta focalizado Nele.
Na vida prática diária, a parte mais forte do nosso ser é a mente. Tudo o que fazemos em nosso viver é direcionado pela mente. Não é à vontade, e sim a mente que direciona nossa vida. Visto que a mente direciona nosso viver, a pregação da Palavra deve mudar o pensamento de uma pessoa. [...]. Por essa razão Pedro ordena aos cristãos em 4:1 que se armem com a mente de Cristo. Armar-se com a mente de Cristo é armar-se com Seu pensamento e conceito. Isso implica que mudamos a maneira de pensar. Muitos cristãos pensam que desde que amemos a Deus e façamos Sua vontade estamos sob sua bênção, e não sofreremos de forma nenhuma.
É comum os cristãos terem o conceito de que os que amam ao Senhor não devem esperar sofrimento. Mas considere a vida de Cristo. Ele não amava a Deus? Não fazia a vontade de Deus? Cristo amou Deus ao extremo e fez a vontade de Deus de maneira completa e absoluta. Todavia, que aconteceu com Ele em seu viver? Parece que em toda vida na terra Ele não teve bênção alguma, só sofrimento. [...] Que tipo de mente é a mente de Cristo? Se a tivermos, perceberemos que vivemos numa era rebelde e numa geração perversa e corrompida. Uma vez que a era é rebelde e a geração perversa, quanto mais amarmos a Deus e fizermos Sua vontade, mais sofreremos. Sofreremos porque não podemos acompanhar a tendência deste século. Nós nos preocupamos em fazer a vontade de Deus, mas Sua vontade é totalmente contrária à tendência ou à maré desta era. Amamos o Senhor Jesus, mas isso é completamente contrário à tendência deste mundo corrompido. Portanto, se amarmos o Senhor e fizermos a vontade de Deus, certamente sofreremos. Essa será nossa perspectiva se tivermos a mente de Cristo.
Precisamos armar-nos, equipar-nos, com a mente de Cristo. Isso indica que a mente de Cristo é uma arma, parte da armadura necessária para lutar pelo reino de Deus. [...] Se nos armarmos com a mente de Cristo para o sofrimento, estaremos dispostos a suportar sofrimentos. Diremos: 'louvado seja o Senhor, pois meu sofrimento é parte do meu destino. Deus o designou para mim. O sofrimento é a porção dos filhos de Deus nessa era.' Em I Tessalonicenses 3 Paulo diz aos cristãos que Deus nos designou para sofrimentos e perseguições. Deus não nos designou para bênçãos materiais. Designou-nos para sofrimentos. Portanto, sabendo que Cristo sofreu na carne, também precisamos armar-nos com a mesma mente. Não devemos ter a mente de orar por bênçãos materiais. Esse é o tipo errado de mente.
Também não devemos temer que os sofrimentos sejam grandes demais. O Senhor sabe como nos designar sofrimentos. [...] O que Ele nos destinar será na medida certa; será exatamente o que precisamos [...] Para nos armar com a mente de Cristo, precisamos de Cristo como nossa vida. Se tentarmos armar-nos com a mesma mente sem ter Cristo como nossa vida, iremos apenas imitá-Lo de modo exterior. [...] Perseguições e provações são experiências comuns aos cristãos. Essas coisas não são estranhas (4:12), alheias a nós; pelo contrário, são comuns, pois fomos designados para isto. É nosso destino sofrer nessa era. É claro que esse não é o nosso destino eterno. Deus não nos destinou a sofrer pela eternidade, mas certamente nos destinou a sofrer nesta era.
Nesta terra não temos nenhum destino ou futuro. Nosso futuro e nosso destino estão totalmente focalizados no Senhor que esta vindo. Ele é a nossa esperança, nosso futuro e o nosso destino. Estamos indo para o Senhor e nosso destino é encontrá-Lo. Muitas pessoas, ao contrário, tem um tipo de vida que da aos outros a impressão de que seu futuro esta aqui na terra e de que sua esperança e destino estão todos no presente, embora o futuro deles esteja totalmente relacionado com esta era, o nosso não esta, pois estamos esperando pelo Filho de Deus, proveniente dos céus, nosso futuro esta focalizado Nele.
Não temos esperança alguma nesta era.
(Witness Lee)
(Witness Lee)
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